Lembro como se fosse hoje! Entrei no mercado de trabalho em 1993 em uma renomada escola particular. Passei por estágios em empresas de tecnologia, logística e treinamentos. Depois voltei para dep. de TI em escolas. E o que lembro bem que era essencial em todas elas, por exemplo era uma telefonista!
Telefonista era uma profissão vital para comunicação e gestão. Assim como era o datilógrafo, se bem que eu em 1993 já era um datilógrafo “digital”, pois fui digitador. Naquele tempo (estamos falando de cerca de uns 26 anos atrás), a tecnologia ainda era vista como um “plus” em aparência de documentos, etc. Não se pensava de forma alguma, que haveriam trocas de dados, informações, combinações entre eles.
Por conta justamente da TI (tecnologia da informação), muitas profissões simplesmente evaporaram e outras continuarão sumindo.
Eu fico imaginando sempre, o que ainda está por vir. O que ainda teremos para surpreender? Sua profissão será ainda necessária no mercado?
Tenho pesquisado duro para apontar tendências, pois no meu trabalho de consultoria, precisamos sempre dar alguns passos à frente dos clientes e suportar novas tecnologias.
Posso ser, aliás realmente não sou nenhum adivinho.
Mas uma única certeza eu tenho e aposto com você se quiser! A certeza de que se ficarmos em nossa zona de conforto fazendo sempre as mesmas coisas do mesmo jeito sem novos aprendizados e habilidades, seremos devorados pela locomotiva do progresso!
Deixo a seguinte pergunta: Você quer ser a pessoa que usa lenços ou aquela que irá vender os lenços?
Allan Rangel Barros – Consultor em TI, fundador da Geolan Tecnologia e do Instituto iMerCoaching e colunista de “O Taboanense”.
Este colunista ainda não publicou artigos.