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19 de junho de 2007

Autoridades, amigos e parentes dizem adeus a Waldemar Gonçalves

Eduardo Toledo

Natalino Tedesco, ao lado do ex-prefeito de Taboão da Serra Ary Dáu e sua esposa, Terezinha, velam o corpo do amigo Waldemar Gonçalves

Taboão da Serra acordou triste na semana passada para sepultar um dos seus principais ícones: o jornalista e escritor taboanense Waldemar Gonçalves. Ele morreu vítima de um infarto fulminante na última quarta-feira, aos 85 anos.



Homem de muitas atividades, Waldemar dedicou boa parte de sua vida à construção de um Taboão próspero, capaz de oferecer aos seus habitantes uma vida digna e o exercício pleno da cidadania.

Para os familiares e amigos ele deixa uma lacuna difícil de ser preenchida. “Meu pai foi perfeito em tudo que fez. Foi um pai maravilhoso. Um marido excepcional e um amigo como poucos sabem ser”, conta emocionada a filha dele, Joelma Gonçalves, acrescentando que o pai sabia dividir a atenção entre os afazeres da vida de militante, família e os amigos.”Era impressionante como ele conseguia atender às expectativas de todos”.

A importância da figura de Waldemar Gonçalves para o Taboão foi mais uma vez comprova em seu velório e sepultamento. Diversas autoridades locais fizeram questão de prestigiar o adeus a um dos homens que pode ser considerado patrono de tantos outros valorosos taboanenses.

“Ele era apaixonado por Taboão da Serra. Tratava a cidade como se fosse sua. Lutava, reivindicava e se as autoridades não contribuíam ele ia lá e fazia o que fosse preciso”, lembra o amigo e co-autor do segundo livro do jornalista, Taboão da Serra na Virada do Milênio, o escritor José Sudaia Filho.

Sudaia faz questão de destacar a dedicação e o empenho com que Waldemar cuidava das questões referentes à cidade. Para o escritor o amigo conseguiu ser muitas coisas, mas foi como repórter que obteve amplo destaque. “Ele tinha um quê de romantismo e transmitia isso para as pessoas”, enfatiza.

O ex-vereador por Taboão Arthur Felix certamente realizou no sepultamento uma das tarefas mais difíceis de sua vida. Foi ele quem proferiu as palavras de adeus ao velho amigo. Há mais de 40 anos os dois haviam firmado um acordo: no caso de um dos dois morrer caberia ao outro discursar no sepultamento, fazendo a despedida do que partiu com honras.

Apesar de ter aceito o desafio de homenagear o amigo Arthur Felix, revelou à reportagem do taboanense estar se sentindo “quebrado emocionalmente” pelo peso da responsabilidade. “Pedi a todos que perpetuem na memória o nome de Waldemar”, salientou, lembrando que o pedido deve-se ao fato do jornalista atuar constantemente para contribuir com o desenvolvimento pelo da cidade.

Matéria publicada em junho de 2007, que faz parte do resgate da memória de Taboão da Serra



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